Criatividade para a absorção do conteúdo de História no INSA-Oratório

No 2º trimestre na disciplina de História do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora (INSA-Oratório), em Cruzeiro, ministradas pelo professor Rafael Noronha, os alunos foram organizados em grupos monitorados por outros alunos com as melhores média de cada turma, servindo de apoio, principalmente para os alunos que não foram bem no 1º trimestre. Além de monitoria nos estudos, os grupos também se organizaram para as apresentações da Avaliação Mensal 2.  Entre os dias 22 e 26 de junho os alunos do 8º ano, 9º ano e Ensino Médio apresentaram vídeos, teatros e seminários, desfilando criatividade e muito domínio sobre o tema que cada grupo precisou aprofundar.

“Possibilitar aos alunos outras formas de avaliação é fundamental para prepará-los para o futuro. Assim, houve o aprofundamento de temas numa abordagem mais ampla de História, que os ajudará no ENEM, por exemplo. E a preparação para o mundo universitário e até para o mercado de trabalho, no qual a oralidade e a criatividade são essenciais para profissionais bem sucedidos”, afirma o professor Rafael.

Os temas por sala foram: 8º ano – Escravidão Africana e Preconceito; 9º ano – 2ª Guerra Mundial e Guerra Fria; 1º EM – Roma Antiga; 2º EM – Escravidão Africana e Brasil Colonial; 3º EM – 2ª Guerra Mundial e Nazismo.

O aluno Lucas Junqueira, do 8º ano, emprestou para o seu grupo sua experiência em produzir vídeos no Youtube – no qual possui um canal em que lança vídeos todas as quartas-feiras e sábados – para a realização do trabalho escolar. O canal “Lucas Junqueira” possui mais de 800 inscritos e mais de 14 mil visualizações.  O youtuber comentou sobre isso: “quando deram o tema do trabalho para o grupo, eu pensei ‘vamos fazer uma coisa criativa’. Então eu pensei em fazer um vídeo, por não ser bom em falar para sala. Por isso eu falei para o grupo e eles concordaram! E por que fazer um vídeo? Por eu ter um canal no Youtube, eu já tenho uma ‘experiência’ com vídeos e me comunico melhor com uma câmera do que com as pessoas. E com isso fazer um vídeo seria uma coisa ‘fácil’, legal e que daria para trazer informação.”

Texto e Fotos: Rafael Noronha

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