{"id":65291,"date":"2017-07-24T02:00:00","date_gmt":"2017-07-24T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/?p=65291"},"modified":"2017-07-24T02:00:00","modified_gmt":"2017-07-24T02:00:00","slug":"santa-cristina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/santa-cristina\/","title":{"rendered":"Santa Cristina"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-33430\" src=\"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/s-24.jpg\" alt=\"\" \/>Cristina nasceu na Toscana (It\u00e1lia), perto do lago de Bolsena, no ano 288. Com apenas 12 anos morreu m\u00e1rtir, no ano 300 d.C. Era filha de Urbano, oficial do ex\u00e9rcito em Tir, na Etr\u00faria, parte da Toscana. Urbano era rude de sentimentos e inimigo dos crist\u00e3os. Em sua pr\u00f3pria casa, muitas vezes os crist\u00e3os eram submetidos a interrogat\u00f3rios humilhantes. Diante de tais cenas, Cristina se perguntava qual o motivo da serenidade e alegria dos crist\u00e3os, que ela j\u00e1 come\u00e7ava a admirar e venerar.<\/p>\n<p>A resposta lhe veio por uma escrava crist\u00e3, que a preparou para o Batismo. Urbano desconfiava que a filha se interessasse pela comunidade crist\u00e3. Deu-lhe ordem de prestar culto a \u00eddolos, queimando incenso. A menina negou-se a isso. Interrogada pelo pai, Cristina respondeu: &#8220;Tolo \u00e9 vosso medo, tola a vossa advert\u00eancia; diante de um deus cego aos sofrimentos do povo, surdo ao clamor dos fracos, eu n\u00e3o pe\u00e7o favores e n\u00e3o acendo uma vela. Ao Deus vivo, ao Senhor do c\u00e9u e da terra que nos enviou seu Filho Jesus, a este, sim, apresento sacrif\u00edcios de verdade e amor&#8221;.<\/p>\n<p>A severidade do pai aumentou, mas Cristina respondia a isso participando da celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia e de outras reuni\u00f5es dos crist\u00e3os, visitando os encarcerados, dando esmola aos pobres. Sua coragem e caridade fizeram-na vender as imagens dos \u00eddolos para adquirir bens em favor dos pobres. O pai ficou furioso. Por isso, Cristina foi chicoteada. Aos que lhe pediam que cedesse \u00e0 vontade do pai, respondia: &#8220;Deixar a vida n\u00e3o me custa; abandonar minha f\u00e9, isto nunca&#8221;.<\/p>\n<p>Urbano prosseguiu na tortura: a filha, amarrada, foi lan\u00e7ada ao fogo. Conta a hist\u00f3ria que um anjo defendeu-a e as chamas n\u00e3o lhe queimaram. Ainda irado contra a filha, ordenou prend\u00ea-la. Ent\u00e3o, mandou amarrar uma pedra de moinho em seu pesco\u00e7o e lan\u00e7\u00e1-la ao lago. Conta-se que ap\u00f3s lan\u00e7ada \u00e0s \u00e1guas, a pedra de moinho veio \u00e0 tona, n\u00e3o permitindo, assim, que Cristina se afogasse. A exalta\u00e7\u00e3o de Urbano foi t\u00e3o grande que morreu de colapso.<\/p>\n<p>Dio, sucessor de Urbano, tamb\u00e9m nada conseguiu de Cristina e, por isso, ordenou que fosse queimada viva. Segundo a hist\u00f3ria, o fogo n\u00e3o queimou a menina. Posta entre cobras, nenhuma a feriu. E tendo sua l\u00edngua cortada, mesmo assim cantou os louvores do Senhor Jesus Cristo. Ent\u00e3o, o juiz, enraivecido com os triunfos da jovem, ordenou sua morte a flechadas. Com isso foi-lhe tirada a vida terrena e ela entrou na gl\u00f3ria eterna.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right\">Fonte: Martyrologium Romanum<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cristina nasceu na Toscana (It\u00e1lia), perto do lago de Bolsena, no ano 288. Com apenas 12 anos morreu m\u00e1rtir, no ano 300 d.C. Era filha de<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":65290,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":["post-65291","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-santo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65291","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65291"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65291\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65291"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65291"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65291"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}