{"id":65655,"date":"2017-07-24T16:48:06","date_gmt":"2017-07-24T16:48:06","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/maria-e-as-alegrias-cotidianas.html"},"modified":"2017-07-24T16:48:06","modified_gmt":"2017-07-24T16:48:06","slug":"maria-e-as-alegrias-cotidianas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/maria-e-as-alegrias-cotidianas\/","title":{"rendered":"Maria e as alegrias cotidianas"},"content":{"rendered":"<h4><img decoding=\"async\" class=\"alignright  wp-image-34868\" src=\"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/c4a67ca435b891ff0a0fdf775bcfdde2.jpg\" alt=\"\" \/>Cerca de trinta anos<\/h4>\n<p>Quando S\u00e3o Lucas come\u00e7a a narrar a vida p\u00fablica de Cristo diz que, ao iniciar o seu minist\u00e9rio Jesus tinha cerca de trinta anos (Lc 3, 23).<\/p>\n<p>Trinta anos! Quando Jesus come\u00e7ou a atrair as multid\u00f5es com a sua palavra e os seus sinais milagrosos , os que o haviam conhecido antes ficavam assombrados: N\u00e3o \u00e9 ele o carpinteiro, o filho de Maria? (Mc 6, 3); n\u00e3o \u00e9 ele o filho do carpinteiro? (Mt 13, 55).<\/p>\n<p>Voc\u00ea percebe o que isso significa? Durante pelo menos trinta anos, a vida de Jesus teve \u2013 com exce\u00e7\u00e3o de uns meses de ex\u00edlio no Egito \u2013 a normalidade da vida di\u00e1ria de relacionamento familiar e de trabalho pr\u00f3pria de um lar modesto. V\u00ea-se que Jos\u00e9, ao iniciar-se a vida p\u00fablica, j\u00e1 tinha falecido, porque s\u00f3 \u00e9 mencionado indiretamente, ao passo que a m\u00e3e \u00e9 designada como pessoa conhecida, Maria.<\/p>\n<p>Dirijamos agora o nosso olhar para a Virgem M\u00e3e. Passados os acontecimentos extraordin\u00e1rios dos primeiros dois anos depois da Anuncia\u00e7\u00e3o (cf. Lc,1, 39 a 2, 52), a vida dela entra na \u201crotina\u201d de m\u00e3e de uma pequena fam\u00edlia em Nazar\u00e9 (Mt 2, 23). Maria, juntamente com Jesus e Jos\u00e9, v\u00ea transcorrer os dias com a aparente monotonia de um calend\u00e1rio e um rel\u00f3gio que nunca marcam eventos extraordin\u00e1rios (se excetuarmos apenas dois dias e pouco de agonia, quando Jesus, aos doze anos de idade, ficou no Templo).<\/p>\n<p>De onde tirava Maria as suas alegrias, nessa sequ\u00eancia de dias quase sempre iguais ao longo de quase trinta anos? Da mesma fonte de onde tirava todas as outras alegrias: do amor!<\/p>\n<p>Vale a pena meditar nisto, porque \u00e9 frequent\u00edssimo que hoje as pessoas, alucinadas atr\u00e1s de alegrias de fantasia, fora do comum, percam pelo ralo do tempo as verdadeiras alegrias do dia a dia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>A \u201crotina\u201d dos dias<\/h4>\n<p>A rotina dos dias pode ser, para qualquer um, uma colheita de cinzas ou de ouro. Depende de n\u00f3s. Para Maria, cada dia era uma arrecada\u00e7\u00e3o do ouro fino, um tesouro de gozo que, ao adormecer, lhe deixava um sorriso estampado nos l\u00e1bios.<\/p>\n<p>N\u00e3o custa nada pensar nas pequenas alegrias cotidianas de Nossa Senhora: o conv\u00edvio am\u00e1vel com Jesus e Jos\u00e9, o cuidado do seu Menino, o encantamento com o filho que crescia em sabedoria, estatura e gra\u00e7a diante de Deus e dos homens (Lc 2, 52); as conversas \u00edntimas no final do dia, o riso cristalino das brincadeiras puras; e as can\u00e7\u00f5es que animavam o trabalho: e a procura da \u00e1gua no po\u00e7o, o fabrico dom\u00e9stico do p\u00e3o, o preparo de alimentos no fog\u00e3o de ch\u00e3o, a tarefa de fiar, de tecer e costurar \u2026 Com que carinho Maria deve ter tecido a t\u00fanica sem costura, que os soldados sortearam ao p\u00e9 do filho crucificado! (Jo 19, 23-24).<\/p>\n<p>A rotina dos dias era para ela, como para n\u00f3s, \u00e9 \u00abum tecido de pequenas insignific\u00e2ncias que, conforme a inten\u00e7\u00e3o com que se fazem, podem formar uma tape\u00e7aria espl\u00eandida de hero\u00edsmo ou de baixeza, de virtudes ou de pecados\u00bb (Caminho, n. 826).<\/p>\n<p>A \u201crotina\u201d de Maria s\u00f3 tinha uma inten\u00e7\u00e3o: o amor. Era, assim, uma tape\u00e7aria de virtudes. Como dizia O Card. Luciani, poucos dias antes de se tornar o Papa Jo\u00e3o Paulo I, num artigo sobre os ensinamentos de Mons. Escriv\u00e1, a \u201ctrag\u00e9dia cotidiana\u201d (quase di\u00e1ria nas rusgas, brigas e discuss\u00f5es de tantos lares) pode ser transformada pelo amor no \u201csorriso cotidiano\u201d.<\/p>\n<p>Com seu exemplo, Maria nos diz: \u00abNa simplicidade do teu trabalho habitual, nos detalhes mon\u00f3tonos de cada dia, tens que descobrir o segredo \u2013 para tantos escondido \u2013 da grandeza e da novidade: o Amor\u00bb (Sulco, n. 489).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Aprender com a Virgem as alegrias cotidianas<\/h4>\n<p><b>\u2500 O amor ao dever<\/b><\/p>\n<p>Um adolescente imaturo dizia: \u201cO dever\u2026 s\u00e3o todas aquelas obriga\u00e7\u00f5es chatas que a gente detesta fazer\u201d.<\/p>\n<p>Maria nos diria exatamente o contr\u00e1rio: \u201cO dever \u00e9 a Vontade de Deus, que eu escuto em cada momento, e que me pede responder-lhe de novo: Eis a serva do Senhor, fa\u00e7a-se em mim segundo a tua palavra. Cada detalhe do dever \u00e9 como um anjo Gabriel, que diz que Deus me espera ali, e isso me enche de alegria\u201d.<\/p>\n<p>S\u00e3o Josemaria fazia sobre isso um belo coment\u00e1rio: \u00ab\u00c9 isso o que explica a vida de Maria: o seu amor. Um amor levado at\u00e9 ao extremo, at\u00e9 ao esquecimento completo de si mesma, feliz de estar onde Deus a quer, cumprindo com esmero a Vontade divina. Isso \u00e9 o que faz com que o menor de seus gestos n\u00e3o seja nunca banal, mas cheio de conte\u00fado\u00bb (\u00c9 Cristo que passa, n. 148).<\/p>\n<p>Assim, o dever, em vez de ser uma obriga\u00e7\u00e3o enfadonha, \u00e9 um c\u00e2ntico da alma que vive de amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u2500 Alegria de caprichar no dever<\/b><\/p>\n<p>O poeta franc\u00eas Charles P\u00e9guy dizia: \u00abA minha m\u00e3e (uma camponesa simples)<\/p>\n<p>empalhava o vime das cadeiras com o mesmo amor e o mesmo entusiasmo com que os nossos antepassados constru\u00edam as catedrais \u2013 \u201cdu m\u00eame amour e du m\u00eame coeur\u201d\u00bb.<\/p>\n<p>Lembr\u00e1vamos antes o capricho com que Maria teceu, de uma s\u00f3 pe\u00e7a, a t\u00fanica incons\u00fatil de Jesus. \u00c9 o exemplo de uma atitude constante nela, pois ela tudo fazia \u2013 por amor a Deus, a Jesus e a Jos\u00e9 \u2013 com o mesmo carinho e id\u00eantico capricho, cuidando dos m\u00ednimos pormenores.<\/p>\n<p>Penso que a Madre Teresa de Calcut\u00e1 era como um eco do cora\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, quando escreveu ao arcebispo vietnamita F. Xavier Van Thu\u00e2n, assim que ele foi libertado do c\u00e1rcere, ap\u00f3s 13 anos de cativeiro: \u00abO que conta n\u00e3o \u00e9 a quantidade das nossas a\u00e7\u00f5es, mas a intensidade do amor que colocamos em cada uma delas\u00bb.<\/p>\n<p>D. Van Thu\u00e2n, citou essas palavras no retiro que pregou ao Papa Jo\u00e3o Paulo II em mar\u00e7o de 2000, e comentou: \u00abCada palavra, cada gesto, cada decis\u00e3o, tem que ser o momento mais belo da nossa vida. \u00c9 preciso amar\u2026 sem perder um \u00fanico segundo\u00bb.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u2500 A alegria de contemplar<\/b><\/p>\n<p>J\u00e1 imaginou a felicidade com que Maria deve ter contemplado seu filho Jesus nas palhas do pres\u00e9pio, adormecido em seu colo, e depois, no lar de Nazar\u00e9, enquanto engatinhava, dava passos incertos e se atirava aos bra\u00e7os protetores dela? E ao observ\u00e1-lo se esmerando como aprendiz de Jos\u00e9, trabalhando com arte a madeira\u2026; em todos os momentos.<\/p>\n<p>Ela vivia de olhos e cora\u00e7\u00e3o postos, com inef\u00e1vel felicidade, naquele que os profetas chamaram o mais belo dos filhos dos homens (Sl 45,3).<\/p>\n<p>Como nos faz falta pedir-lhe: \u201cM\u00e3e, ensina-nos a contemplar! Porque hoje o mundo parece ter perdido essa capacidade: pouco meditamos na intimidade, no sil\u00eancio orante do cora\u00e7\u00e3o (cf. Lc 2, 19)\u2026 Parece que perdemos a capacidade de nos concentrarmos na contempla\u00e7\u00e3o agradecida das coisas belas, das palavras de Deus e dos dons que ele nos d\u00e1\u2026<\/p>\n<p>At\u00e9 a religiosidade, para alguns, tende a manifestar-se apenas como agita\u00e7\u00e3o, barulho, algazarra, balb\u00fardia teatral\u2026 Como precisar\u00edamos aprender a contemplar, na paz de uma igreja, nuns dias de retiro em sil\u00eancio, ou sozinhos em casa (Mt 6, 6) \u2013 com os olhos e a imagina\u00e7\u00e3o cheios de f\u00e9 \u2013, as cenas da vida de Jesus (o Evangelho, a Via Sacra\u2026); e as passagens da vida de Maria (os mist\u00e9rios do Ros\u00e1rio), com o cora\u00e7\u00e3o aberto \u00e0 intimidade divina, para ver, escutar, orar, amar\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u2500 A alegria do \u201csacrif\u00edcio escondido e silencioso\u201d<\/b><\/p>\n<p>Essa express\u00e3o de S\u00e3o Josemaria \u2013 \u00absacrif\u00edcio escondido e silencioso\u00bb \u2013 define bem uma atitude fundamental da vida de Maria Sant\u00edssima.<\/p>\n<p>Comentava esse santo a cena evang\u00e9lica da mulher do povo que louvou a m\u00e3e de Jesus, e a resposta esclarecedora que Jesus lhe deu: Felizes, na verdade, os que escutam a palavra de Deus e a p\u00f5em em pr\u00e1tica (Lc 11, 27-28).<\/p>\n<p>Essa frase \u2013 escrevia S\u00e3o Josemaria \u2013 \u00abera o elogio de sua M\u00e3e, do seu fiat\u2026, que n\u00e3o se manifestou em a\u00e7\u00f5es aparatosas, mas no sacrif\u00edcio escondido e silencioso de cada dia\u00bb. E acrescentava que, ao meditarmos nisso, \u00abcompreendemos que o valor sobrenatural da nossa vida n\u00e3o depende de que se tornem realidade as grandes fa\u00e7anhas que \u00e0s vezes forjamos com a imagina\u00e7\u00e3o, mas da aceita\u00e7\u00e3o fiel da vontade divina, de uma disposi\u00e7\u00e3o generosa em face dos pequenos sacrif\u00edcios di\u00e1rios\u00bb (\u00c9 Cristo que passa, n. 172).<\/p>\n<p>Voc\u00ea poderia imaginar Nossa Senhora reclamando dos pequenos sacrif\u00edcios di\u00e1rios? Das ren\u00fancias, dos imprevistos, das contrariedades, das canseiras? Ou cobrando dos outros agradecimento e retorno? \u00c9 claro que n\u00e3o. Seu sacrif\u00edcio era puro. Ela bem sabia o que Jesus nos ensinou: que as alegrias mais belas crescem sobre a \u201cboa terra\u201d da mortifica\u00e7\u00e3o \u2013 da cruz \u2013, sobre a doa\u00e7\u00e3o praticada sem interesse, sobre a ren\u00fancia volunt\u00e1ria movida pelo amor.<\/p>\n<p>E n\u00f3s? Numa sociedade como a nossa, dominada pelos tent\u00e1culos do consumismo e do prazer, vai se perdendo a capacidade de saborear as pequenas alegrias cotidianas. Cada vez h\u00e1 menos pessoas que experimentem o que dizia Santo Agostinho: \u00abQuando h\u00e1 amor, ou o sacrif\u00edcio n\u00e3o custa, ou amamos o pr\u00f3prio sacrif\u00edcio que custa\u00bb. Neste mesmo sentido, S\u00e3o Josemaria observava: \u00abN\u00e3o reparaste que as almas mortificadas, pela sua simplicidade, at\u00e9 neste mundo saboreiam mais as coisas boas?\u00bb (Sulco, n. 982).<\/p>\n<p>Maria nos ensina a maravilha das pequenas alegrias cotidianas, dessas que est\u00e3o ao alcance de todos, mas que a nossa vida agitada torna invis\u00edveis. Talvez j\u00e1 as tenhamos vivido na inf\u00e2ncia, talvez j\u00e1 sentimos certa nostalgia das que n\u00e3o experimentamos, ao \u201cv\u00ea-las\u201d nos bons romances de tempos passados ou nas lembran\u00e7as que os av\u00f3s nos contam\u2026 S\u00e3o tesouros que o ritmo fren\u00e9tico da vida atual quer nos roubar, e que \u00e9 preciso resgatar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>A alegria de dar alegrias<\/h4>\n<p>Vamos fazer agora uma reflex\u00e3o simples sobre o epis\u00f3dio das Bodas de Can\u00e1 (Jo 2, 1-11).<\/p>\n<p>Era um casamento rural. Muita festa e muita gente. Muitos parentes, amigos e vizinhos convidados. A m\u00e3e de Jesus estava l\u00e1. Tamb\u00e9m Jesus e seus disc\u00edpulos foram convidados.<\/p>\n<p>Avan\u00e7ada a celebra\u00e7\u00e3o, Nossa Senhora sussurra ao ouvido de Jesus: Eles n\u00e3o t\u00eam vinho. S\u00f3 ela, entre a multid\u00e3o, tinha percebido que a fam\u00edlia dos noivos calculara mal as bebidas, e podiam ter um vexame. Jesus respondeu-lhe: Mulher, que temos n\u00f3s com isso? A minha hora ainda n\u00e3o chegou. Ela n\u00e3o insiste, mas n\u00e3o desanima. Conhece o filho! Por isso avisa os que serviam: Fazei tudo o que ele vos disser.<\/p>\n<p>Pouco depois Jesus chama esses serventes: \u201cEnchei as talhas de \u00e1gua\u201d (eram seis recipientes de pedra, muito grandes). Eles as encheram at\u00e9 a borda. Ent\u00e3o disse: \u201cAgora tirai e levai ao encarregado da festa\u201d. Assombro! O mestre-sala fica pasmado com a qualidade daquele vinho e censura o noivo: \u201cTodo o mundo serve primeiro o vinho bom\u2026 Tu guardaste o vinho bom at\u00e9 agora!\u201d<\/p>\n<p>Este foi o primeiro milagre de Jesus, frisa o Evangelho. N\u00e3o parece um pouco estranho? N\u00f3s achar\u00edamos l\u00f3gico que o primeiro milagre tivesse sido a cura de uma cegueira, a ressurrei\u00e7\u00e3o de um morto, uma tempestade acalmada\u2026 N\u00e3o. Por solicita\u00e7\u00e3o da M\u00e3e, Deus feito Homem inicia os milagres com um detalhe \u201cdom\u00e9stico\u201d: dar alegria a uns noivos, n\u00e3o permitir que um descuido prejudique a festa.<\/p>\n<p>\u00a0Penso que nessa atitude de Cristo h\u00e1 tr\u00eas ensinamentos:<\/p>\n<p><strong>\u2500 Primeiro:<\/strong> as pequenas alegrias da vida simples t\u00eam muita import\u00e2ncia aos olhos de Deus. Tomara que a tenham aos nossos olhos.<\/p>\n<p><strong>\u2500 Segundo:<\/strong> Jesus quer ajudar-nos a compreender que as almas que, como Maria, sabem \u201cgarimpar\u201d alegria dos deveres cotidianos vivem contentes, e sentem o impulso de transmitir alegria aos demais.<\/p>\n<p><strong>\u2500 Terceiro:<\/strong> com esse milagre Cristo quer deixar patente o poder de intercess\u00e3o de Nossa Senhora junto de seu Filho Jesus. Ele a escuta sempre.<\/p>\n<p>Agora, voc\u00ea, leitor, medite nisso tudo e tire as suas consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>Por Pe. Faus<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reflex\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":65654,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[6082,6670],"class_list":["post-65655","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-maria","tag-nossa-senhora"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65655","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65655"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65655\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65655"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65655"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65655"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}