{"id":68064,"date":"2018-01-11T16:42:47","date_gmt":"2018-01-11T16:42:47","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/amar-e-voltar-a-sentir-se-especial-para-o-outro.html"},"modified":"2018-01-11T16:42:47","modified_gmt":"2018-01-11T16:42:47","slug":"amar-e-voltar-a-sentir-se-especial-para-o-outro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/amar-e-voltar-a-sentir-se-especial-para-o-outro\/","title":{"rendered":"Amar \u00e9 voltar a sentir-se especial para o outro"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignright  wp-image-45348\" src=\"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/formacao_amar-e-voltar-a-se-sentir-especial-para-um-outra-pessoa-768x576.jpg\" alt=\"\" \/>Amar algu\u00e9m e dizer que a amamos \u00e9 muito mais do que expressar o que sentimos; \u00e9 deixar bem claro \u00e0 outra pessoa que, estamos dispostos a realizar todas as coisas para faz\u00ea-la feliz ao nosso lado. Embora, o amor seja definido como um sentimento, a manifesta\u00e7\u00e3o dessa emo\u00e7\u00e3o \u00e9 traduzida em gestos e atitudes. Isso aplica-se, tamb\u00e9m, ao amor entre irm\u00e3os, pais, filhos, colegas. E, em nada esse \u201cbem-querer\u201d, difere-se em intensidade da manifesta\u00e7\u00e3o vivida entre homens e mulheres, decididos a viver o desafio da vida comum compartilhada.<\/p>\n<p>Quanto mais convivemos com as pessoas, tanto maior \u00e9 o nosso conhecimento a respeito delas. Assim, apesar de manifestarmos e dizermos por v\u00e1rias vezes que amamos algu\u00e9m, tamb\u00e9m estamos sujeitos a outros sentimentos, como raiva, medo, inclusive, certa insatisfa\u00e7\u00e3o, mesmo que seja por alguns momentos. Da mesma maneira que, a febre no organismo pode indicar infec\u00e7\u00e3o, as poss\u00edveis insatisfa\u00e7\u00f5es no relacionamento s\u00e3o indicadoras de uma situa\u00e7\u00e3o que merece aten\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<p><strong>Relacionamento<\/strong><br \/>Ningu\u00e9m reclama da falta de alguma coisa, sem antes ter experimentado suas vantagens. Sabemos o quanto \u00e9 bom ter voltado a n\u00f3s, a aten\u00e7\u00e3o e o carinho de algu\u00e9m; todavia, muitas vezes, no conv\u00edvio do dia a dia ou tomados por outros afazeres, deixamos de lado coisas simples, mas, de grande import\u00e2ncia para a manuten\u00e7\u00e3o do casamento. H\u00e1bitos que anteriormente eram comuns no tempo de namoro ou no in\u00edcio da vida conjugal, infelizmente, ao longo dos anos, tornaram-se raros por parte de um dos c\u00f4njuges, como por exemplo, passear de m\u00e3os dadas, trocar beijos e carinhos, assim como outras afabilidades no tratamento.<\/p>\n<p>Ao deparar com a rarefa\u00e7\u00e3o dos carinhos e das delicadezas, anteriormente presentes na vida dos casais, pode-se achar que o relacionamento conjugal est\u00e1 fadado \u00e0 mesma rotina de outros \u2013 muitos dos quais n\u00e3o podem nos servir de modelo. No entanto, n\u00e3o podemos permitir que os problemas e as insatisfa\u00e7\u00f5es manifestadas, roubem de n\u00f3s a pessoa amada. O descaso \u00e0s queixas do c\u00f4njuge, acabar\u00e1 por extinguir da vida do casal, aquilo que os uniu \u2013 o amor.<\/p>\n<p><strong>Aprendendo a conviver<\/strong><br \/>Tentar acostumar-se com a situa\u00e7\u00e3o, ridiculariz\u00e1-la ou responder com sarcasmo ao que foi relatado, apenas provoca feridas e pode provocar consequ\u00eancias desastrosas para aqueles que, at\u00e9 pouco tempo, eram c\u00famplices em seus prop\u00f3sitos. Portanto, uma vez conhecidos os entraves da conviv\u00eancia, n\u00e3o podemos nos comprometer somente com as promessas de mudan\u00e7a, pois essas precisam ser assumidas com atitudes.<\/p>\n<p>Assim, revigorados pela disposi\u00e7\u00e3o em voltarmos a ser especiais ao outro, evitaremos que os muros das superficialidades e do individualismo surjam no campo dos sentimentos, nos quais paredes jamais podem existir.<\/p>\n<p><em>Por Dado Moura<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relacionamentos<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":68063,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[695,8346],"class_list":["post-68064","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-amor","tag-relacionamentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68064","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68064"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68064\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68064"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68064"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68064"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}