{"id":77961,"date":"2019-09-04T09:07:32","date_gmt":"2019-09-04T12:07:32","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/?p=77961"},"modified":"2019-09-04T09:07:32","modified_gmt":"2019-09-04T12:07:32","slug":"declaracao-conjunta-entre-igrejas-catolica-e-luterana-sobre-a-doutrina-da-justificacao-completara-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/declaracao-conjunta-entre-igrejas-catolica-e-luterana-sobre-a-doutrina-da-justificacao-completara-20-anos\/","title":{"rendered":"Declara\u00e7\u00e3o conjunta entre Igrejas Cat\u00f3lica e Luterana sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o completar\u00e1 20 anos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/ibb.co\/rmwfVnx\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/i.ibb.co\/DtRgZ39\/Dom-Manoel-1200x762-c.jpg\" alt=\"Dom-Manoel-1200x762-c\" \/><\/a><br \/>\nNo dia 31 de outubro de 1999, h\u00e1 20 anos, cat\u00f3licos e luteranos assinaram, em Augsburg, Alemanha, uma Declara\u00e7\u00e3o sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o, conhecida como \u201cDeclara\u00e7\u00e3o Conjunta Luterano-Cat\u00f3lica sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o por Gra\u00e7a e F\u00e9\u201d.<br \/>\nDom Manoel Jo\u00e3o Francisco, bispo de Corn\u00e9lio Proc\u00f3pio (PR) e Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Di\u00e1logo Inter-religioso da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escreveu um artigo no qual conta e retoma como foi o processo at\u00e9 chegar \u00e0 declara\u00e7\u00e3o conjunta.<br \/>\nNo n\u00famero 19 da Declara\u00e7\u00e3o, luteranos, cat\u00f3licos, metodistas reformados e anglicanos \u201cconfessam juntos que o ser humano, no concernente \u00e0 sua salva\u00e7\u00e3o, dependem completamente da gra\u00e7a salvadora de Deus\u201d.<br \/>\nTalvez estejamos a nos perguntar: \u201cComo foi poss\u00edvel este acontecimento? Houve concess\u00f5es das partes?\u201d. Segundo o bispo, n\u00e3o houve concess\u00f5es de nenhuma das partes. \u201cEcumenismo n\u00e3o se faz renunciando a identidade da pr\u00f3pria f\u00e9. Nenhuma Igreja pode fazer tal concess\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, deve conhecer, cada vez mais, sua f\u00e9, para melhor respeitar a f\u00e9 do irm\u00e3o\u201d, ressaltou o presidente da Comiss\u00e3o para o Ecumenismo da CNBB.<br \/>\nAntecipando as comemora\u00e7\u00f5es, Conselho Nacional de Igrejas Crist\u00e3s do Brasil (CONIC), do qual a Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil faz parte, promove hoje, \u00e0s 20h, na Comunidade Evang\u00e9lica de Confiss\u00e3o Luterana em Bras\u00edlia, EQS 405\/406, uma celebra\u00e7\u00e3o ecum\u00eanica para marcar a data.<br \/>\n<strong>Conhe\u00e7a o artigo na \u00edntegra.<\/strong><br \/>\n<strong>20 anos da Declara\u00e7\u00e3o da Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nH\u00e1 20 anos, no dia 31 de outubro, cat\u00f3licos e luteranos assinaram, em Augsburg, Alemanha, uma Declara\u00e7\u00e3o sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o, conhecida como \u201cDeclara\u00e7\u00e3o Conjunta Luterano-Cat\u00f3lica sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o por Gra\u00e7a e F\u00e9\u201d. Posteriormente, o Conselho Metodista Mundial, (2006), a Comunh\u00e3o Anglicana (2017) e a Comunh\u00e3o Mundial das Igrejas Reformadas (2017) tamb\u00e9m assinaram a mesma Declara\u00e7\u00e3o. Por ocasi\u00e3o da ades\u00e3o da Comunh\u00e3o Anglicana, a Revda. Dr. Kaisamari Hintikka, assistente do secret\u00e1rio-geral da Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial, expressou sua alegria com estas palavras: \u201cO fato de que todas as Igrejas hist\u00f3ricas do ocidente agora compartilham um entendimento comum da justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma maneira maravilhosa de marcar o anivers\u00e1rio da Reforma. Aquilo que costumava nos dividir, agora na verdade nos une\u201d.<br \/>\nAntecipando as comemora\u00e7\u00f5es, o Conselho Nacional de Igrejas Crist\u00e3s do Brasil (CONIC) est\u00e1 convidando para uma celebra\u00e7\u00e3o ecum\u00eanica, no dia 04 de setembro, na Comunidade Evang\u00e9lica de Confiss\u00e3o Luterana, em Bras\u00edlia-DF.<br \/>\nPenso ser desnecess\u00e1rio insistir aqui sobre a import\u00e2ncia deste \u201cDocumento\u201d. Basta lembrar que a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 foi o carro chefe de toda a teologia de Lutero. N\u00e3o \u00e9 uma verdade de f\u00e9 como as outras, mas o centro e o crit\u00e9rio em torno do qual se articulam todas as outras verdades. Sobre esta doutrina \u201ca Igreja permanece ou tomba\u201d. Dela n\u00e3o se pode afastar ou fazer concess\u00f5es, mesmo que o c\u00e9u e a terra venham desmoronar. (Art. De Esmalcade, II, 1). A Igreja cat\u00f3lica tamb\u00e9m d\u00e1 a esta doutrina grande import\u00e2ncia. O Conc\u00edlio de Trento se deteve longo tempo, de 23\/06\/1546 a 13\/01\/1547, sobre ela. Foram 44 Congrega\u00e7\u00f5es especiais e 61 Congrega\u00e7\u00f5es gerais, resultando no Decreto sobre a Justifica\u00e7\u00e3o com um Pr\u00f3logo, dezesseis cap\u00edtulos e trinta e tr\u00eas c\u00e2nones.<br \/>\nJustamente por causa de sua import\u00e2ncia e dos maus entendidos, cat\u00f3licos e luteranos, no s\u00e9culo XVI, se lan\u00e7aram condena\u00e7\u00f5es e excomunh\u00f5es m\u00fatuas. Com a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta muda-se o cen\u00e1rio. O clima j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais o de reservas, suspeitas, pol\u00eamica e confronto. A disposi\u00e7\u00e3o agora \u00e9 de aceita\u00e7\u00e3o rec\u00edproca. Mostra-se que \u201centre luteranos e cat\u00f3licos (e tamb\u00e9m metodistas, reformados e anglicanos) h\u00e1 um consenso em verdades b\u00e1sicas da doutrina da justifica\u00e7\u00e3o\u201d (DC 40). Luteranos, cat\u00f3licos, metodistas reformados e anglicanos \u201cconfessam juntos que o ser humano, no concernente \u00e0 sua salva\u00e7\u00e3o, dependem completamente da gra\u00e7a salvadora de Deus\u201d (DC 19). \u201cConfessam tamb\u00e9m que n\u00e3o sobre a base de nossos m\u00e9ritos, mas da gra\u00e7a e na f\u00e9 na obra salv\u00edfica de Cristo, somos aceitos por Deus e recebemos o Esp\u00edrito Santo, que renova nossos cora\u00e7\u00f5es, nos habilita e nos chama a realizar as boas obras\u201d (DC 15). Com isso as condena\u00e7\u00f5es doutrinais do s\u00e9culo XVI s\u00e3o suspensas e os an\u00e1temas do passado n\u00e3o podem ser aplicados ao atual ensino das cinco Igrejas (DC 41).<br \/>\nTalvez estejamos a nos perguntar: \u201cComo foi poss\u00edvel este acontecimento?\u201d. Houve concess\u00f5es das partes? N\u00e3o. N\u00e3o houve concess\u00f5es de nenhuma das partes. Ecumenismo n\u00e3o se faz renunciando a identidade da pr\u00f3pria f\u00e9. Nenhuma Igreja pode fazer tal concess\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, deve conhecer, cada vez mais, sua f\u00e9, para melhor respeitar a f\u00e9 do irm\u00e3o. Penetrando mais profundamente na verdade, come\u00e7aremos a ver nossa tradi\u00e7\u00e3o confessional sob outra luz. Onde, \u00e0 primeira vista, t\u00ednhamos constatado contradi\u00e7\u00e3o, num aprofundamento, com atitude ecum\u00eanica, poderemos ver complementa\u00e7\u00e3o. Foi desta maneira que luteranos, cat\u00f3licos, metodistas, reformados e anglicanos encontraram, em poucos anos, o que n\u00e3o tinham alcan\u00e7ado em 450. Como muito bem lembra D. Jaime Chemello, no seu pronunciamento, por ocasi\u00e3o da cerim\u00f4nia de acolhida da Declara\u00e7\u00e3o, aqui no Brasil: Ela \u201c\u00e9 o resultado de um caminhar juntos na obedi\u00eancia da f\u00e9. Perguntamos juntos \u00e0s Escrituras Sagradas e ouvimos juntos as respostas, perguntamos juntos \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o da f\u00e9, ouvimos juntos as respostas e chegamos a este consenso. O s\u00e9culo XXI, com certeza, vai ver os crist\u00e3os [\u2026] praticando humildemente este exerc\u00edcio de perguntas e de escuta das Escrituras, sem considerar-se donos daquela Palavra da qual s\u00f3 Deus \u00e9 dono\u201d.<br \/>\nO di\u00e1logo bilateral entre Luteranos e Cat\u00f3licos come\u00e7ou logo ap\u00f3s o t\u00e9rmino do Conc\u00edlio Vaticano II. A Declara\u00e7\u00e3o Conjunta sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o por gra\u00e7a e f\u00e9 foi sendo elaborada aos poucos e antecipada por outros documentos. Entre eles podem ser citados os seguintes: \u201cRelat\u00f3rio de Malta\u201d sobre O Evangelho e a Igreja (1972), Justifica\u00e7\u00e3o pela F\u00e9 (1983), Os An\u00e1temas do s\u00e9culo XVI s\u00e3o ainda atuais? (1986), e Igreja e Justifica\u00e7\u00e3o (1994).<br \/>\nQual, ent\u00e3o, a novidade da Declara\u00e7\u00e3o Conjunta sobre a Justifica\u00e7\u00e3o por Gra\u00e7a e F\u00e9? Os documentos que a antecederam eram apenas estudos de te\u00f3logos, embora membros de uma Comiss\u00e3o oficial. A Declara\u00e7\u00e3o Conjunta \u00e9 um ato oficial, assinada por autoridades das duas Igrejas e posteriormente das outras tr\u00eas. A partir de ent\u00e3o passou a fazer parte do magist\u00e9rio das cinco Igrejas. Deve, por isso, ser ensinada nos cursos de teologia e passada para a catequese comum dos fi\u00e9is.<br \/>\nAntes de ser assinada em 31 de outubro de 1999, a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta foi submetida ao parecer da suprema autoridade das duas Igrejas.<br \/>\nA Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial fez uma consulta \u00e0s Igrejas membros. Das 86 que responderam (quase 90%), ou seja, 79 a aprovaram.<br \/>\nA rea\u00e7\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica foi dada em uma Nota elaborada pela Congrega\u00e7\u00e3o da Doutrina da F\u00e9 e pelo Pontif\u00edcio Conselho para a Unidade dos Crist\u00e3os.<br \/>\nA Nota reconhece que a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta, embora represente um not\u00e1vel progresso, na compreens\u00e3o m\u00fatua e na aproxima\u00e7\u00e3o das partes em di\u00e1logo, ainda n\u00e3o \u00e9 express\u00e3o de um consenso que elimine todas as diferen\u00e7as entre cat\u00f3licos e luteranos, na compreens\u00e3o da justifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA t\u00edtulo de exemplo apresento apenas duas diferen\u00e7as:<br \/>\na) A Igreja Cat\u00f3lica tem dificuldade de aceitar a f\u00f3rmula \u201cao mesmo tempo justo e pecador\u201d (<em>simul justus et peccator<\/em>), assim como a entendem os Luteranos. Acha inaceit\u00e1vel afirmar que \u201co pecado ainda habita\u201d na pessoa justificada.<br \/>\nb) Para a Igreja Cat\u00f3lica \u00e9 incompleto afirmar que o ser humano pode rejeitar a gra\u00e7a. A esta afirma\u00e7\u00e3o dever-se-ia acrescentar a possibilidade de colaborar com a gra\u00e7a, o que n\u00e3o permitiria afirmar que o humano pode t\u00e3o somente receber (mere passive) a justifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNa Igreja Luterana, entre os que n\u00e3o acolheram a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta encontram-se o S\u00ednodo de Missouri e um grupo de professores de Teologia de diferentes Universidades.<br \/>\nO S\u00ednodo de Missouri a considera \u201cuma trai\u00e7\u00e3o ao Evangelho\u201d. Segundo este mesmo S\u00ednodo, o texto \u00e9 amb\u00edguo e permite aos representantes do Papa assinarem-no sem mudar, retratar ou corrigir coisa alguma do que tem sido ensinado pela Igreja Cat\u00f3lica Romana desde o Conc\u00edlio de Trento, no s\u00e9culo XVI.<br \/>\nO grupo de professores pede \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o Luterana da Alemanha que rejeite o acordo. Segundo eles, al\u00e9m de n\u00e3o oferecer um consenso suficiente sobre certas quest\u00f5es, poder\u00e1 prejudicar as rela\u00e7\u00f5es da Igreja luterana com as outras Igrejas protestantes da Alemanha e da Europa.<br \/>\nAs reservas formuladas, tanto pelo lado cat\u00f3lico, como pelo lado luterano, levaram \u00e0 reda\u00e7\u00e3o de um Anexo que dever\u00e1 ser lido juntamente com a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta. Nele se precisa que a justifica\u00e7\u00e3o produz uma renova\u00e7\u00e3o interior do crente. \u201cNeste sentido, as pessoas justificadas n\u00e3o permanecem pecadoras\u201d, mas continuam sob \u201ca constante amea\u00e7a proveniente do poder do pecado\u201d. Esclarece tamb\u00e9m que \u201co fato do agir da gra\u00e7a de Deus n\u00e3o exclui a a\u00e7\u00e3o humana\u201d e que \u201co ser humano justificado tem a responsabilidade de n\u00e3o desperdi\u00e7ar esta gra\u00e7a, mas de viver nela\u201d.<br \/>\nAl\u00e9m do Anexo a Declara\u00e7\u00e3o Conjunta est\u00e1 acompanha de um Comunicado. Nele se afirma que, com rela\u00e7\u00e3o aos questionamentos levantados por ambas as partes, o Anexo d\u00e1 maiores esclarecimentos sobre o consenso alcan\u00e7ado na Declara\u00e7\u00e3o Conjunta. Afirma-se ainda que \u201cambos os parceiros de di\u00e1logo se comprometem a dar continuidade e aprofundamento ao estudo das bases b\u00edblicas da doutrina da justifica\u00e7\u00e3o\u201d [\u2026] e que \u201cluteranos e cat\u00f3licos v\u00e3o continuar seus esfor\u00e7os de forma ecum\u00eanica para interpretar em seu testemunho comum a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o numa linguagem relevante para as pessoas de nosso tempo, levando em considera\u00e7\u00e3o as preocupa\u00e7\u00f5es individuais e sociais da atualidade\u201d.<br \/>\nDesde a assinatura da Declara\u00e7\u00e3o Conjunta, a Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial e o Pontif\u00edcio Conselho para a Unidade dos Crist\u00e3os t\u00eam empreendido juntos numerosas atividades para que o consenso alcan\u00e7ado se firme e se aprofunde.<br \/>\nEm 2000 a Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial fez um estudo sobre o significado contempor\u00e2neo da justifica\u00e7\u00e3o, publicando-o com o t\u00edtulo: \u201cJustifica\u00e7\u00e3o nos contextos mundiais\u201d. Em 2002 promoveu um simp\u00f3sio e em 2003 publicou seu relat\u00f3rio sob o t\u00edtulo: \u201cA Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o: sua acolhida e significado hoje\u201d Em 2001 a Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial e o Pontif\u00edcio Conselho para a Promo\u00e7\u00e3o da Unidade dos Crist\u00e3os e a Alian\u00e7a Mundial das Igrejas Reformadas promoveram um simp\u00f3sio sobre o significado das indulg\u00eancias nos dias de hoje.<br \/>\nEncerro estas observa\u00e7\u00f5es com as palavras de Jo\u00e3o Paulo II a uma delega\u00e7\u00e3o luterana da Noruega em novembro de 2002.<br \/>\n\u201cComprometemo-nos a continuar caminhando ao longo do itiner\u00e1rio da reconcilia\u00e7\u00e3o. A Declara\u00e7\u00e3o Conjunta sobre a Doutrina da Justifica\u00e7\u00e3o entre a Federa\u00e7\u00e3o Luterana Mundial e a Igreja Cat\u00f3lica, assinada em 1999, aplaina o caminho de um testemunho conjunto mais amplo e aproxima-nos um pouco mais da plena unidade vis\u00edvel, que constitui a meta do nosso di\u00e1logo. O Senhor nos ajude a valorizar aquilo que j\u00e1 foi alcan\u00e7ado at\u00e9 agora e nos confirme nos esfor\u00e7os em ordem a fazer com que eles se desenvolvam numa maior forma de coopera\u00e7\u00e3o. No in\u00edcio do novo mil\u00eanio, o Senhor nos exorta a todos, seus seguidores,: \u201cDuc in altum! Fazei-vos ao largo! \u201c(Lc 5,4). Permane\u00e7amos sempre abertos \u00e0 obra surpreendente do Esp\u00edrito Santo no meio de n\u00f3s\u201d.<br \/>\nInfelizmente este Documento, apesar de sua import\u00e2ncia, permanece pouco conhecido dos fi\u00e9is das cinco Igrejas, incluindo padres e pastores. Nossos centros de forma\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, nossas pastorais e grupos ecum\u00eanicos permanecem com a tarefa de estud\u00e1-lo e faz\u00ea-lo conhecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Dom Manoel Jo\u00e3o Francisco<br \/>\nBispo de Corn\u00e9lio Proc\u00f3pio<br \/>\ne presidente da Comiss\u00e3o Episcopal Pastoral<br \/>\npara o Ecumenismo e o Di\u00e1logo Inter-religioso<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ecumenismo<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":77964,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[3835,5088,5374],"class_list":["post-77961","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-ecumenismo","tag-igreja","tag-inter-religioso"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77961","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77961"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77961\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}