{"id":79452,"date":"2019-12-10T09:21:34","date_gmt":"2019-12-10T12:21:34","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/?p=79452"},"modified":"2019-12-10T09:21:34","modified_gmt":"2019-12-10T12:21:34","slug":"sonhar-e-para-os-grandes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/sonhar-e-para-os-grandes\/","title":{"rendered":"Sonhar \u00e9 para os grandes!"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/i.ibb.co\/L6DpLw1\/web3-business-man-hands-sky-de-gajus-i-shutterstock.jpg\" alt=\"web3-business-man-hands-sky-de-gajus-i-shutterstock\" \/><br \/>\nHoje, me peguei pensando no qu\u00e3o fr\u00e1geis n\u00f3s somos como seres humanos. N\u00e3o somos sequer capazes de lidar com nossas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es.<br \/>\nH\u00e1 dias em que passam pela nossa cabe\u00e7a e pelo nosso cora\u00e7\u00e3o um turbilh\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es. As coisas saem do lugar, a ansiedade bate forte e tudo o que nos resta s\u00e3o a d\u00favida e a inseguran\u00e7a de uma vida que est\u00e1 sendo vivida. H\u00e1 dias em que percebemos que o nosso cora\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o bate mais como batia antes, porque foi endurecido pelas situa\u00e7\u00f5es da vida.<br \/>\nQuando percebemos isto, temos a tend\u00eancia de sentir saudades de quem \u00e9ramos e de quem, por algum motivo, deixamos de ser. Sentimos uma imensa saudade das alegrias sentidas e de um cora\u00e7\u00e3o que era manso e humilde, ao ponto de se contentar com pouco. Nestes dias, passamos a sentir saudades de n\u00f3s mesmos.<br \/>\nQuando falo em sentir saudade de n\u00f3s mesmos, eu n\u00e3o posso deixar de me perguntar: Ser\u00e1 que sabemos realmente quem n\u00f3s somos, de fato? O que \u00e9 que nos move? O que nos faz rir? O que nos faz chorar? O que mais admiramos em n\u00f3s mesmos?<br \/>\nSe pararmos para refletir, muitos de n\u00f3s n\u00e3o saberemos responder com confian\u00e7a estes questionamentos. Afinal, nos acostumamos com a opini\u00e3o do mundo e com o que as pessoas dizem ou deixam de dizer sobre n\u00f3s. Nos conformamos em sermos diminu\u00eddos a quase nada, nos contentamos em aceitar que a vida \u00e9 assim mesmo, e que nossos sonhos s\u00e3o grandes demais para serem realizados.<br \/>\nNos contentamos com absolutamente tudo o que o outro diz, e n\u00e3o com o que n\u00f3s queremos por um puro e simples medo: o da solid\u00e3o. Se pararmos para pensar, o medo da solid\u00e3o \u00e9 justamente o que nos rouba de n\u00f3s mesmos. Se temos medo, come\u00e7amos a viver uma vida que n\u00e3o se parece nem um pouco conosco, al\u00e9m de come\u00e7armos a viver pelo outro, ao inv\u00e9s de vivermos por n\u00f3s mesmos pelo simples fato de n\u00e3o querer perd\u00ea-lo(a).<br \/>\nCome\u00e7amos a ter medo de ser grandes sonhadores, pois se ousamos ser sonhadores, h\u00e1 aqueles \u2013 que tamb\u00e9m foram destru\u00eddos pela vida \u2013 que fazem quest\u00e3o de nos relembrar que a vida n\u00e3o \u00e9 um conto de fadas e que estamos voando alto demais.<br \/>\nQuando o medo bater, devemos buscar pelo \u00fanico que, apesar de todo o sofrimento enfrentado, ousou sonhar. Ousou sonhar, e acreditou que sua pr\u00f3pria morte seria capaz de trazer a salva\u00e7\u00e3o para as pessoas do mundo inteiro.<br \/>\nQuando sentirmos medo da solid\u00e3o por estarmos sendo n\u00f3s mesmos, devemos nos lembrar Daquele que tamb\u00e9m se viu sozinho em seus \u00faltimos momentos, mas que ao final, pela sua eterna confian\u00e7a, provou merecidamente e corajosamente da gra\u00e7a e da promessa cumprida em sua grande hist\u00f3ria de vida!<br \/>\nQue possamos olhar todos os dias para o c\u00e9u, que n\u00e3o passa. Isso nos dar\u00e1 for\u00e7a suficiente para continuarmos trilhando nossa jornada nesta terra da maneira mais bonita poss\u00edvel, e para continuarmos confiando cegamente, quando chegarmos ao c\u00e9u, n\u00e3o haver\u00e1 mais as l\u00e1grimas nem as dores deste mundo.<br \/>\nSonhar \u00e9 para os grandes!<br \/>\nVia <i>Aleteia<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornada<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":79455,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[2642,8966,9446],"class_list":["post-79452","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-coracao","tag-saudade","tag-sonhar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79452","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=79452"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/79452\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=79452"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=79452"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=79452"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}