{"id":81861,"date":"2020-07-01T11:00:49","date_gmt":"2020-07-01T14:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/?p=81861"},"modified":"2020-07-01T11:00:49","modified_gmt":"2020-07-01T14:00:49","slug":"ter-fe-e-ser-cristao-e-ter-compromisso-e-fazer-a-diferenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/ter-fe-e-ser-cristao-e-ter-compromisso-e-fazer-a-diferenca\/","title":{"rendered":"Ter f\u00e9 e ser crist\u00e3o \u00e9 ter compromisso e fazer a diferen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/i.ibb.co\/3d4Kccx\/sorrow-699606-640.jpg\" alt=\"sorrow-699606-640\" \/><br \/>\nSegundo o Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica, no n\u00famero 1814, \u201cpela f\u00e9, o homem livremente se entrega todo a Deus. Por isso, o fiel procura conhecer e fazer a vontade de Deus. \u2018O justo viver\u00e1 da f\u00e9\u2019 (Rm 1,17). A f\u00e9 viva \u2018age pela caridade\u2019 (Gl 5,6)\u201d.<br \/>\nA partir deste enunciado, compreendemos que f\u00e9 \u00e9 a resposta do homem ao Deus que se revela. A inciativa \u00e9 de Deus, que se d\u00e1 a conhecer, e cabe ao homem conhecer e fazer a vontade d\u2019Ele. Ele vem ao encontro do homem, mas n\u00e3o dispensa a decis\u00e3o humana. Sob o ponto de vista do sujeito, f\u00e9 \u00e9 a resposta humana \u00e0 Palavra de Deus. \u00c9 o assentimento da intelig\u00eancia, da vontade, do homem \u201ctodo\u201d \u00e0 revela\u00e7\u00e3o de Deus. A express\u00e3o efusiva da f\u00e9 \u00e9: \u201cSei em quem pus minha confian\u00e7a\u201d (2Tm 1,12). A f\u00e9 pressup\u00f5e rela\u00e7\u00e3o de comunh\u00e3o interpessoal, como a rela\u00e7\u00e3o entre duas pessoas que confiam mutuamente uma na outra.<br \/>\nA f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma atitude ocasional, um momento apenas, \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o fundamental, entrega total, \u00e9 a s\u00edntese do comportamento religioso humano, \u00e9 dizer sim com todo ser e todas as consequ\u00eancias. Na f\u00e9, o homem se expressa, projeta com todas as suas faculdades, com conhecimento (intelecto), com a vontade e sentimento (de todo cora\u00e7\u00e3o), ou seja, em consci\u00eancia.<br \/>\nPara muitos, a f\u00e9 se reduz ao simples sentimento, ou seja, \u201ceu sinto a f\u00e9\u201d. Os sentimentos s\u00e3o frutos da f\u00e9 como afirma Paulo aos G\u00e1latas: \u201cO fruto do Esp\u00edrito \u00e9 a caridade, a alegria, a paz, a paci\u00eancia, a longanimidade, a bondade, a benignidade, a mansid\u00e3o, a fidelidade, a mod\u00e9stia, a contin\u00eancia, a castidade\u201d (Gl 5,22-23). A f\u00e9 \u00e9 uma forma de vida, que tira seu sentido e sua for\u00e7a da transcend\u00eancia de Deus, agindo na hist\u00f3ria e orientando a exist\u00eancia. Ela d\u00e1 sentido \u00e0 vida da pessoa e produz frutos.<br \/>\n<strong>O que \u00e9 a f\u00e9 e como ela se mostra?<\/strong><br \/>\nA f\u00e9 se mostra como uma certeza total, firme e ativa. Ela brota, n\u00e3o tanto como uma mensagem elaborada, mas como uma convic\u00e7\u00e3o concreta, bem colada \u00e0 vida que se est\u00e1 vivendo nesse momento e nesse contexto real, e mais ainda em momento de aridez e desola\u00e7\u00e3o. A f\u00e9 diz respeito ao presente, ou seja, as promessas se cumpriram e o Reino de Deus est\u00e1 a\u00ed (Lc 17,20-21).<br \/>\nA f\u00e9 n\u00e3o s\u00e3o conclus\u00f5es racionais, embora tenha racionalidade. \u00c9 preciso ter uma f\u00e9 inteligente. Recordo-me de S\u00e3o Jos\u00e9 quando o Anjo lhe avisou em sonhos que Herodes procurar\u00e1 o Menino (Jesus) para o matar. Jos\u00e9 levantou-se, de noite, tomou o Menino e Sua M\u00e3e e partiu para o Egito, permanecendo ali at\u00e9 \u00e0 morte de Herodes (cf. Mt 2,13-15). S\u00e3o Jos\u00e9 poderia ter jogado toda a responsabilidade para Deus e dizer: \u201cvamos ficar aqui, Deus vai nos proteger\u201d. Ao fugir para o Egito faltou-lhe f\u00e9? Claro que n\u00e3o. S\u00e3o Jos\u00e9 confiou em Deus, foi-Lhe obediente e cumpriu o Seu mandato.<br \/>\nNa f\u00e9, o crist\u00e3o se doa a Cristo e entra existencialmente no mist\u00e9rio de Cristo, na \u00edntima comunh\u00e3o de vida. O fiel crist\u00e3o deve estar e viver no Senhor, ou seja, a atitude de f\u00e9 \u00e9 de obedi\u00eancia, esta obedi\u00eancia implica aceitar a vontade do Pai e tirar as consequ\u00eancias para a vida, sobretudo o amor.<br \/>\n<strong>\u00cdntima comunh\u00e3o entre f\u00e9 e obras: entre crer e testemunhar<\/strong><br \/>\nS\u00e3o Tiago escreve em sua carta: \u201cDe que aproveitar\u00e1, irm\u00e3os, a algu\u00e9m dizer que tem f\u00e9, se n\u00e3o tiver obras? Acaso essa f\u00e9 poder\u00e1 salv\u00e1-lo?\u201d. Mais ainda: \u201cMas algu\u00e9m dir\u00e1: \u2018Tu tens f\u00e9, e eu tenho obras\u2019. Mostra-me a tua f\u00e9 sem obras e eu te mostrarei a minha f\u00e9 pelas minhas obras\u201d (Tg 2,14.18). Para o autor, est\u00e1 muito claro que a f\u00e9 e as obras s\u00e3o insepar\u00e1veis. N\u00e3o \u00e9 suficiente anunciar a f\u00e9 com palavras. Para ser crist\u00e3o n\u00e3o basta acreditar. Tamb\u00e9m os dem\u00f4nios acreditam por conhecimento intelectual. O verdadeiro crist\u00e3o, aquele que acredita com a verdade e a vida, tal como Abra\u00e3o, Maria e os santos e santas, confirma nas obras aquilo que conhece, acredita e ama. A f\u00e9 sem obras \u00e9 morta, \u00e9 um corpo sem alma.<br \/>\nNa carta aos Hebreus, Paulo indica que a f\u00e9 \u00e9 sempre resposta livre do homem a uma proposta que nos p\u00f5e a caminho rumo a uma terra que n\u00e3o conhecemos ou a abra\u00e7ar um compromisso que n\u00e3o conhecemos. O espec\u00edfico da f\u00e9 crist\u00e3 \u00e9 a for\u00e7a din\u00e2mica que me faz sair de mim mesmo para centrar-me em Deus e entregar-me a Ele e ao Seu projeto. Pela f\u00e9 permito que Deus disponha de mim (cf. Hb 11,1) e realiza a Sua obra.<br \/>\nO homem de f\u00e9 \u00e9 um homem corajoso, por isso o des\u00e2nimo e a covardia n\u00e3o combinam com a f\u00e9 (cf. Hb 10,32). Caminhar na f\u00e9 \u00e9 caminhar na esperan\u00e7a e salva\u00e7\u00e3o. Ser covarde \u00e9 caminhar para a perdi\u00e7\u00e3o. O dinamismo da f\u00e9 nos faz sair, e este sair implica, muitas vezes, sem saber para onde (cf. Abra\u00e3o). \u00c9 aventurar-se por um caminho que o crist\u00e3o conhece como caminho da cruz. \u00c9 o paradoxo da f\u00e9: morrer para ter vida (cf. Jo 12,24 e Mc 8,35).<br \/>\n<strong>O amor garante a perman\u00eancia de Jesus nos seus disc\u00edpulos (cf. Jo\u00e3o 14,15-21)<\/strong><br \/>\nS\u00f3 o amor garante a perman\u00eancia de Jesus nos seus disc\u00edpulos: \u201cNaquele dia, sabereis que eu estou no meu Pai e v\u00f3s em mim e eu em v\u00f3s\u201d. Jesus explica que permanecemos n\u2019Ele pela f\u00e9 e pelo amor, pois sem corresponder ao seu amor n\u00e3o podemos participar de Sua vida. Quem vive um amor ao pr\u00f3ximo radical ama a Deus: \u201cEu sou a videira; v\u00f3s, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse d\u00e1 muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer\u201d (Jo 15,5); n\u00e3o se permanece no amor de Cristo, sem produzir frutos na justi\u00e7a e na caridade. A compreens\u00e3o correta da f\u00e9 \u201cdeve revelar a grandeza da voca\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is em Cristo e a sua obriga\u00e7\u00e3o de dar frutos na caridade para vida do mundo\u201d (Optatam totius, 16). A f\u00e9 em Deus e o comportamento do crist\u00e3o s\u00e3o duas grandezas indissol\u00faveis unidas na vida daquele que cr\u00ea. N\u00e3o somente coexistem, mas mutuamente se condicionam e se constroem. O Catecismo afirma que a f\u00e9 viva \u201cage pela caridade\u201d (Gl 5,6).<br \/>\nAmar a Jesus \u00e9 mais do que expressar-lhe sentimentos; antes de tudo, \u00e9 obedecer aos seus mandamentos: \u201cSe me amais, guardareis os meus mandamentos\u201d (cf. Jo 14,15-21). O amor exige express\u00f5es concretas que tornem vis\u00edveis o que j\u00e1 est\u00e1 em n\u00f3s, ou seja, a caridade de Deus. A f\u00e9 tem que ser \u201ctraduzida\u201d, expressa em gestos concretos a Deus e aos irm\u00e3os, n\u00e3o existe separa\u00e7\u00e3o, pois \u201cse algu\u00e9m disser: amo a Deus, mas odeia seu irm\u00e3o, \u00e9 mentiroso. Porque aquele que n\u00e3o ama seu irm\u00e3o, a quem v\u00ea, \u00e9 incapaz de amar a Deus, a quem n\u00e3o v\u00ea. Recebemos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame tamb\u00e9m a seu irm\u00e3o\u201d (1Jo 4,20-21). N\u00e3o podemos esquecer que amar \u00e9 fazer o bem e evitar o mal.<br \/>\nA f\u00e9 religiosa comum \u00e9, sobretudo, confian\u00e7a comum, confian\u00e7a sobretudo para pedir, mas \u00e9 quase sempre tentada ou viciada pela magia, supersti\u00e7\u00e3o ou interesse pessoal. A f\u00e9 cren\u00e7a procura manipular Deus, domestic\u00e1-Lo para p\u00f4-Lo a nosso servi\u00e7o. \u00c0s vezes, buscamos Deus para simplesmente atender nossos interesses ego\u00edstas ou de pessoas que fazem parte das nossas rela\u00e7\u00f5es de afetos. N\u00f3s queremos acreditar em Deus a partir daquilo que Ele nos d\u00e1. Afirmo, \u00e9 importante suplicar ao Senhor pelas nossas necessidades, de nossas fam\u00edlias ou de pessoas que amamos, mas Deus n\u00e3o pode ser manipulado conforme nossos interesses ego\u00edstas.<br \/>\nNo relato da ascens\u00e3o do Senhor, no cap\u00edtulo 28,16-20 de Mateus, ap\u00f3s descrever a adora\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos, acrescenta uma express\u00e3o que pode ser traduzida de dois modos: \u201calguns ainda duvidaram\u201d ou \u201celes que tinham duvidado\u201d, as duas tradu\u00e7\u00f5es est\u00e3o gramaticalmente corretas. Na primeira express\u00e3o, significaria que a f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma certeza cient\u00edfica e que n\u00e3o exclui a d\u00favida; na segunda express\u00e3o, aludiria a essa d\u00favida constante dos disc\u00edpulos, ou seja, expressa os v\u00e1rios momentos que os disc\u00edpulos duvidaram, ao longo da caminhada para Jerusal\u00e9m, e que neste momento toda d\u00favida foi vencida.<br \/>\nO Conc\u00edlio Vaticano II \u2013 Optatam totius, 16 \u2013 anuncia que os fi\u00e9is em Cristo que descobrem a grandeza de sua voca\u00e7\u00e3o t\u00eam a \u201cobriga\u00e7\u00e3o\u201d de dar frutos na caridade para a vida do mundo. O crist\u00e3o, por meio de sua f\u00e9, tem que fazer a diferen\u00e7a, ser sal, fermento e luz no mundo (cf. Mt 5,13-14), promover um mundo melhor, mais fraterno, justo, solid\u00e1rio, produzir frutos na caridade. Segundo Tertuliano (Apolog. 39), os primeiros crist\u00e3os levaram t\u00e3o a s\u00e9rio o mandamento do Senhor: \u201cDou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos tamb\u00e9m uns aos outros. Nisto conhecer\u00e3o todos que sois meus disc\u00edpulos: se vos amardes uns aos outros\u201d (Jo 13,34-35), que os pag\u00e3os exclamavam admirados: \u201cvede como eles se amam!\u201d.<br \/>\nA f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 teoria, mas pr\u00e1xis, quanto mais aut\u00eantica, mais se manifesta o amor (Gl 5,6). Biblicamente, faz-se den\u00fancia da separa\u00e7\u00e3o f\u00e9 e vida. Quando a vida \u00e9 separada da f\u00e9, o culto \u00e9 uma blasf\u00eamia (Is 1,10-20). As obras do amor garantem a autenticidade da f\u00e9, elas s\u00e3o os rostos da f\u00e9 (cf. Tg 2,26), isso significa crer com as m\u00e3os.<br \/>\n<strong>Esperan\u00e7a<\/strong><br \/>\nOs fi\u00e9is em Cristo devem estar sempre dispostos a apresentar as raz\u00f5es da sua f\u00e9 e da sua esperan\u00e7a, isto \u00e9, a dar testemunho daquilo em que acreditam. A aud\u00e1cia da f\u00e9 liberta o homem de seus medos e o faz passar da f\u00e9 seguran\u00e7a para a f\u00e9 compromisso. A religi\u00e3o s\u00e3o pr\u00e1ticas concretas de justi\u00e7a e caridade pelas quais a f\u00e9 se expressa. As manifesta\u00e7\u00f5es da vida do crist\u00e3o s\u00e3o express\u00f5es de sua f\u00e9.<br \/>\nA viv\u00eancia do amor fraterno glorifica o Pai, revela os verdadeiros disc\u00edpulos e produz muitos frutos: \u201cN\u00e3o pode a \u00e1rvore boa dar maus frutos; nem a \u00e1rvore m\u00e1 dar bons frutos\u2026Pelos seus frutos o conhecereis\u201d (Mateus 7,18.20). O crist\u00e3o, ungido pelo Esp\u00edrito Santo, n\u00e3o se pergunta se vale a pena lutar contra o mal, contra as injusti\u00e7as, toda forma de morte, e promover o bem; ele traz a confian\u00e7a e a certeza que vencer\u00e1 com Cristo. Se, por acaso, algu\u00e9m que diz crer em Deus tiver d\u00favida de quem vence, este precisa crescer na f\u00e9.<br \/>\nF\u00e9 \u00e9 acolhida de Deus, de suas palavras e de suas exig\u00eancias. F\u00e9 \u00e9 conhecer Deus, e conhecer Deus \u00e9 realizar o que Lhe agrada. Ter f\u00e9 \u00e9 nascer de Deus. Todos aqueles que O receberam (o Verbo), aos que creem no Seu nome, nasceram de Deus (cf. Jo 1,12s). \u201cAquele que pratica a justi\u00e7a nasceu de Deus\u201d (1Jo 2,29).<br \/>\nPara falar da presen\u00e7a dos crist\u00e3os no mundo, o Papa Francisco escreveu a Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica Gaudete et Exsultate (2018) sobre a santidade no mundo de hoje. No n\u00famero 101 desta exorta\u00e7\u00e3o, o Papa reflete sobre como o crist\u00e3o deve buscar a santidade praticando as obras de miseric\u00f3rdia corporais e espirituais. Adverte, por\u00e9m, que o Evangelho de Mateus, que prop\u00f5e \u00e0quele que cr\u00ea a participa\u00e7\u00e3o no Reino dos c\u00e9us, apresenta as obras corporais: dar de comer a quem tem fome, de beber a quem tem sede, vestir o nu etc. (cf. Mt 25,31ss). O Papa Francisco deixa claro que sem a aten\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades b\u00e1sicas dos irm\u00e3os e irm\u00e3s, em especial dos pobres e desvalidos da terra, n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel santidade: \u201cFazer justi\u00e7a ao oprimido\u201d (Jr 22,15s).<br \/>\nO mundo do s\u00e9culo XXI apresenta, todos os dias, desafios novos, mas os disc\u00edpulos, formados na escola de Jesus, s\u00e3o convidados a ler os desafios que hoje o mundo coloca \u00e0 luz dos seus ensinamentos. O fiel crist\u00e3o \u00e9 consciente de que a Igreja a que ele pertence, a comunidade dos disc\u00edpulos de Jesus, \u00e9 a presen\u00e7a libertadora e salvadora de Jesus no meio da sociedade; por isso, procura conhecer bem os ensinamentos de Jesus e testemunhar o \u201cReino\u201d em sua vida, em casa, no trabalho ou na escola, na par\u00f3quia etc.<br \/>\nPor <i>Pe M\u00e1rio Marcelo, scj<\/i>, via <i>Can\u00e7\u00e3o Nova<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reflex\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":81864,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[2232,4415,9661],"class_list":["post-81861","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-comunhao","tag-fe","tag-testemunhar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81861","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81861"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81861\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81861"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81861"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81861"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}