{"id":81933,"date":"2020-07-07T11:49:21","date_gmt":"2020-07-07T14:49:21","guid":{"rendered":"https:\/\/auxcamp.salesianossp.org.br\/?p=81933"},"modified":"2020-07-07T11:49:21","modified_gmt":"2020-07-07T14:49:21","slug":"uma-amizade-que-mudou-a-minha-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/uma-amizade-que-mudou-a-minha-vida\/","title":{"rendered":"Uma amizade que mudou a minha vida"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/i.ibb.co\/gDcxgL0\/cross-4145153-640.jpg\" alt=\"cross-4145153-640\" \/><br \/>\nQue grandes alegrias tenho experimentado por crescer em intimidade com essa amizade que mora no c\u00e9u! Eu e ela nos conhecemos quando eu era bem pequena: ao sair da maternidade, minha m\u00e3e me levou \u00e0 casa do Filho dela para me apresentar. Quando crian\u00e7a, falava com ela de vez em quando, mas n\u00e3o era muito pr\u00f3xima. Foram as dificuldades da adolesc\u00eancia e o desejo de servir melhor a Deus que me aproximaram dela. Mas ainda n\u00e3o \u00e9ramos \u00edntimas; n\u00e3o pensava sequer nessa possibilidade! Ent\u00e3o, foi ela quem deu o primeiro passo.<br \/>\nNuma festa junina, em junho de 1997, ao brincar na barraca de pescaria, pesquei um porta-retrato com uma linda foto dela. Levei para casa, mas, como achei que n\u00e3o combinava com os m\u00f3veis do meu quarto, deixei o porta-retrato no quarto da mam\u00e3e.<br \/>\nTodas as vezes que eu passava pela foto, vinha-me um sentimento estranho\u2026 Eu tinha a sensa\u00e7\u00e3o de que ali, no quarto da mam\u00e3e, n\u00e3o era o melhor lugar. Muito tempo depois, tomei a decis\u00e3o de, mesmo n\u00e3o combinando com a decora\u00e7\u00e3o do meu quarto, levar aquela foto t\u00e3o bela para a minha mesinha de cabeceira. Foi uma das melhores coisas que eu fiz!<br \/>\n<strong>O in\u00edcio de uma amizade<\/strong><br \/>\nTodas as noites, quando me deitava, eu me deparava com o terno olhar daquela mulher sobre mim. E passei, ent\u00e3o, a sentir vontade de conversar com ela sobre tudo o que eu havia vivido durante o dia: as coisas boas e as ruins tamb\u00e9m. Era impressionante como eu conseguia falar tudo para ela, at\u00e9 o que havia feito de errado! Era t\u00e3o bom abrir o meu cora\u00e7\u00e3o, chorar diante dela, contar os detalhes dos momentos felizes, pedir ajuda e que ela me consolasse, acalmasse e orientasse em tudo. O melhor \u00e9 que, diferente dos outros amigos, ela sempre estava ali para me ouvir. Eu fiquei viciada nesse excelente h\u00e1bito \u0097 n\u00e3o conseguia dormir se n\u00e3o conversasse, pelo menos um pouquinho, com ela. No in\u00edcio, eu achava estranho, porque parecia um mon\u00f3logo: eu falava e n\u00e3o ouvia nenhuma resposta dela. Com o tempo, pude perceber que, a cada manh\u00e3, eu despertava diferente. Se tinha ido dormir triste, acordava feliz. Se estava desanimada, amanhecia cheia de g\u00e1s! Algo acontecia durante o meu sono.<br \/>\nEm seguida, comecei a notar que ela me dava respostas claras e direcionamentos concretos ao longo do meu dia. Eu n\u00e3o ouvia a sua voz, como no in\u00edcio desejava que acontecesse, mas eu percebia que as pessoas, sem saber de nada, respondiam, durante as eventuais conversas cotidianas, coisas que eu havia perguntado \u00e0 minha amiga na v\u00e9spera. Como, ent\u00e3o, passei a admir\u00e1-la! Ela me deu tantas respostas, de formas t\u00e3o variadas\u2026 O interessante \u00e9 que eu sempre identificava que era ela quem estava respondendo. Claro! A gente aprende como os nossos amigos falam. A gente come\u00e7a at\u00e9 mesmo a imitar o jeito de ser e as express\u00f5es dos amigos que mais admiramos, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Assim, eu tamb\u00e9m comecei a aprender com ela e comecei a imit\u00e1-la.<br \/>\n<strong>Consagra\u00e7\u00e3o e intercess\u00e3o de Nossa Senhora<\/strong><br \/>\nFui consagrada por minha m\u00e3e \u00e0 Maria Sant\u00edssima assim que sa\u00ed da maternidade. Aprendi com a minha fam\u00edlia a rezar a Ave-Maria bem pequenina. Ao caminhar na Igreja, descobri a import\u00e2ncia de fazer ora\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas pedindo a sua intercess\u00e3o. Mas foi Maria mesma quem veio ao meu encontro, naquela imagem de Nossa Senhora da Paz, no porta-retrato, seduzindo-me para ter uma maior intimidade com ela.<br \/>\nRelutei no in\u00edcio, mas, gra\u00e7as a Deus, acabei cedendo! Pela for\u00e7a dessas experi\u00eancias t\u00e3o marcantes, hoje trago em mim muitas caracter\u00edsticas da minha amiga. Sinto a sua presen\u00e7a constantemente e percebo quando me v\u00eam as suas inspira\u00e7\u00f5es.<br \/>\nSou profundamente grata a Deus por ter me dado Maria como amiga. \u00c9 maravilhoso crer e experimentar a for\u00e7a da intercess\u00e3o da Igreja triunfante. H\u00e1 alguns que, enganados, pensam que isso \u00e9 comunica\u00e7\u00e3o com os mortos ou coisas do tipo, que s\u00e3o abomin\u00e1veis ao Senhor.<br \/>\nEu testemunho que o contato mais \u00edntimo com Maria me aproximou muit\u00edssimo de Jesus, ensinou-me a servi-Lo melhor, deu-me mais efic\u00e1cia para a realiza\u00e7\u00e3o da minha miss\u00e3o e tem me ensinado, dia a dia, a viver em santidade: esses s\u00e3o os frutos na minha vida!<br \/>\nPor <i>Nice Affonso<\/i>, via <i> Can\u00e7\u00e3o Nova<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Devo\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":81936,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[2448,3112,6670],"class_list":["post-81933","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-consagracao","tag-deus","tag-nossa-senhora"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81933","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81933"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81933\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/salesianossp.org.br\/parnsacampinas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}